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Segurança da Informação no topo da pauta dos conselhos: o que a EY revela e como a Best Safe ajuda

10 de jul.
2 min de leitura

A cybersegurança deixou de ser tema de TI para ocupar as salas dos conselhos de administração. A pesquisa Prioridades dos Conselhos de Administração, do EY Center for Board Matters, mostra uma trajetória clara:


  • 2024 — Cybersegurança e privacidade de dados já eram a 3ª prioridade dos conselhos nas Américas, com 68% dos diretores colocando o tema no top 5.

  • 2025 — Com 500+ diretores ouvidos, a supervisão de IA saltou de 14% para 48%. No Brasil, desenvolvimentos regulatórios foram a prioridade número 1.

  • 2026 — A edição brasileira ouviu 100+ conselheiros e elencou nove tópicos prioritários. Governança de riscos digitais é estrutural, não acessória.


A EY Cybersecurity Study 2025 reforça: 84% dos líderes do C-suite dizem que o foco em cyber aumentou, e 78% das Fortune 100 já têm CISO, o dobro de 2023.


O cenário brasileiro


A pressão regulatória no Brasil é a maior das Américas. LGPD, BACEN, ANPD. Os conselheiros brasileiros precisam de estrutura para supervisionar IA, governança de dados e resiliência operacional. A pergunta não é mais "se" investir, mas "como estruturar" o investimento para que seja estratégico e mensurável.


O argumento para a sala do conselho


Segurança não é despesa é posição estratégica. Os conselhos que tratam cybersecurity como vantagem competitiva constroem resiliência e confiança. A BestSafe entrega o que eles buscam:


  • Diagnósticos claros com indicadores de maturidade

  • Resultados mensuráveis, não jargão técnico

  • Parcerias estratégicas com tecnologias líderes de mercado

  • Atuação proativa na mitigação de riscos

  • Equipe certificada com profundidade técnica


A janela está se fechando para quem ainda trata segurança como projeto de TI. Os conselhos querem estrutura, indicadores e parceiros estratégicos.


Como a Best Safe posiciona sua empresa


A Best Safe atua na intersecção entre segurança da informação e estratégia de negócio, tratando a cybersecurity como habilitadora de inovação e crescimento, não como uma restrição operacional. Fundada por sócios com sólida trajetória em tecnologia, infraestrutura, prevenção a fraudes e segurança da informação, a empresa acumula experiência prática em projetos para organizações de diferentes portes e segmentos, entregando soluções calibradas à realidade de cada cliente.


O conselho não precisa entender de firewalls, precisa de um painel executivo que mostre a postura de segurança em linguagem de negócio. A BestSafe entrega exatamente essa camada de tradução, com diagnósticos claros e indicadores de maturidade apresentados em formato executivo.


O fio condutor de todas essas soluções é claro, empresas que tratam cybersecurity como projeto pontual estão sempre reativas. As que a tratam como processo contínuo de governança  como diagnóstico, roadmap, execução e medição são as que constroem resiliência. A BestSafe opera exatamente nesse modelo, entregando ao conselho a visibilidade estratégica que ele precisa e à operação a profundidade técnica que o cenário exige. A pergunta que buscamos responder é quão preparados estamos para o próximo incidente?


A Best Safe tem fomo foco responder essa pergunta com dados, não com achismos.

Vamos conversar mais a respeito ?


 
 
 

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